• 8th January
    2012
  • 08

Pelo bem das cartas

Gosto de e-mails, mas me realizo com cartas. A diferença é evidente: alguém gastou pulso, tempo, tinta de caneta e papel só pra que eu lesse. Pra que eu experimentasse os contornos das letras, o cheiro do papel, os significados dos sentimentos expressos por frases e palavras - a esperança, o medo, a raiva, a frustração, o amor…


Cartas têm alma.

  • 3rd January
    2011
  • 03

Anos, cadernos e letras

2011 chegou!

Ok, calma. “Não entre em pânico”, já disse um guia e… Tá, ok.

O melhor de ter um ano novinho em folha é que ele é – metaforicamente, claro – um caderno em branco. Assim como nos outros anos, você começou a escrevê-lo à meia-noite do dia primeiro de Janeiro. (Aliás, 01/01/11 é uma data super legal, vai!).

Não sei se você rabiscou ou caprichou na letra, mas já deixou algo registrado no tal caderno. E, se você pensar “Ai, meu Deus! Fiz o maior garrancho!”, não entre em pânico novamente.

Quando eu era mais criança (é, porque eu nunca deixei de ser), usei uns caderninhos de caligrafia. Corrigi meus garranchos. Talvez te ajude, quem sabe. Mas o texto não é sobre letras ao pé da letra, em todo caso.

Pense no que vai escrever. Pense em como vai escrever. Certamente, algumas outras pessoas poderão ler.